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Segunda-feira, 14 de Setembro de 2009

B.I. DA LONTRA

Nome comum: Lontra, Lontrinha, Lontra-europeia, Lontra-de-rio, Lontra-da-eurásia, Lontra-euroasiática, Lontra-de-rio-euroasiática.
 
Nome científico:Lutra lutra (Linnaeus, 1758)
 
Nome de família:As lontras pertencem a uma linhagem de pequenos carnívoros conhecidos pelo nome de família Mustelídeos. Pertencem a esta família as espécies de lontras, doninhas, furões, toirões, fuinhas, martas, arminhos e visons, entre outros. Apesar de diferentes entre si, estes animais possuem traços em comum: corpos de forma cilíndrica, esguios, cabeça pequena com um focinho afilado e orelhas pequenas, membros curtos e uma cauda longa.
 
Grau de parentesco:As 13 espécies de lontras são mais chegadas entre si do que com qualquer doninha, furão ou toirão. Por isso, todas as lontras possuem um nome em jeito de apelido, que as distingue dos restantes mustelídeos, pois formam o núcleo familiar Lutrinae (subfamília Lutrinae). Os Lutrinae, todas as lontras, são animais semi-aquáticos, e como tal estão bem adaptados tanto ao meio terrestre como ao meio aquático. Para tal, desenvolveram algumas adaptações que lhes permitem estarem mais confortáveis dentro de água do que a maioria dos mamíferos.
 
Porte e percepção sensorial:Graças a um conjunto de características muito especiais, a lontra apresenta-se surpreendentemente ágil em terra e maravilhosamente confortável na água. Graciosidade poderia ser, sem dúvida, a palavra-chave para definir uma lontra que mergulha, pois revela um tal à vontade debaixo de água que se assemelha a um bailado. Mas que características tão particulares serão essas? Por exemplo, as fossas nasais das lontras são valvulares, ou seja, fecham quando mergulha, o mesmo acontecendo com as orelhas, e os olhos permitem uma visão perfeita debaixo de água. Mesmo com as orelhas tapadas dentro de água, as lontras conseguem ouvir bem, simplesmente não conseguem determinar de onde vêm o som.
O olfacto das lontras é muito apurado, e um auxiliar precioso nas suas actividades de caça, na comunicação e detecção de perigos.
 
As patas são palmadas, e os 5 dedos estão unidos por uma membrana interdigital e para além disso, possuem garras pequenas e não retrácteis. A cauda é musculada e funciona como um leme.
Mas não nos podemos esquecer de uma questão cabeluda ou será peluda? Todo o corpo das lontras está revestido de pêlos, e elas passam muito tempo a cuidar dele, e por isso vamos falar de todo esse pêlo. O focinho da lontra está preenchido por pêlos especiais, muito sensíveis e capazes de sentir o barbatanar dos peixes, chamados vibrissas, que ajudam a localizar as presas em águas mais turvas, onde a visibilidade não é tão boa. O corpo da lontra encontra-se revestido por duas camadas de pêlo: a primeira camada que se encontra junto à pele, é densa e retém bolhas de ar que a mantêm quente, como se fosse uma camisola interior; a segunda camada de pêlos é impermeável e não deixa que a tal “camisola interior” fique molhada. De qualquer forma, é natural observar uma lontra que acabou de sair da água, a esfregar-se em rochas, troncos e vegetação para se enxugar…e deixar o seu odor almiscarado produzido por glândulas especiais situadas na base da cauda, que também espalham no próprio pêlo.
 
Nacionalidade:A lontra apresenta uma distribuição geográfica muito ampla, e pode ser encontrada desde a Irlanda até ao Japão, e desde a Escandinávia até ao Norte de África, à excepção das ilhas do Mediterrâneo. Em Portugal, a lontra encontra-se distribuída de Norte a Sul do país, e desde o cabo de Sines à Praia da Luz, esta espécie apresenta a particularidade de utilizar o meio marinho e a faixa costeira envolvente.
 
Morada:A morada perfeita para uma lontra tem de estar situada na proximidade de cursos de água, de preferência límpidos, quer seja de água doce como rios, ribeiras, lagos, lagoas, albufeiras; ou de água salobra, como os estuários; ou até mesmo de água salgada, no litoral marinho. Em relação aos rios, ribeiras e riachos, existe um tipo de curso de água especialmente apreciado pelas lontras. Esse curso de água é geralmente composto por segmentos com as seguintes características: 1) águas com corrente e de pouca profundidade, com cascalho, criando ondulação; seguido de 2) águas com corrente e de profundidade média, com substrato de vasa ou arenoso, pontuado com algumas pedras de maiores dimensões; e seguido de 3) águas de fraca corrente com alguma profundidade onde podem estar troncos caídos e vegetação aquática.
Ao escolher a sua morada, a lontra dá muita importância à tranquilidade, e por isso procura locais com pouca perturbação humana e com abundância de vegetação. A abundância de vegetação oferece duas vantagens, abrigo para ela própria e para as suas presas. Outro dos factores a que uma lontra dá muita importância na escolha de uma morada é o território. O território de uma lontra macho nunca deve colidir com o de outra lontra macho, e o território de uma lontra fêmea também não deve colidir com o de outra lontra fêmea. Mas como os machos possuem territórios mais amplos do que as fêmeas, é com alguma frequência que o território de um macho inclui o de várias fêmeas.
Agora que já abordámos o local com características preferidas pela lontra, podemos debruçar-nos sobre o seu ninho. O ninho de uma lontra também pode ter os seguintes nomes: toca, cova, covil, cadoz, esconderijo e retiro, e para além de ter muitos nomes pode ser muito variado. O ninho de uma lontra pode ser um tronco oco de uma árvore, um recanto entre pedras e rochas, ou um túnel, mas todos são secos. Por vezes, o ninho possui uma entrada só acessível debaixo de água, e também não á raro os ninhos possuírem ventilação.
 
Género:A lontra é um nome feminino, mas existem lontras macho e lontras fêmea. A lontra-europeia é uma espécie de hábitos solitários, excepto durante as épocas de acasalamento em que formam pares macho e fêmea, e durante a criação da prole em que o núcleo familiar é formado pela fêmea e suas crias. As fêmeas podem procriar ao longo de todo o ano e por isso dizem-se poliéstricas. As lontras fêmeas fecundadas podem apresentar implantação diferida – ou seja, o óvulo apesar de fecundado só se desenvolve meses mais tarde – coincidindo os nascimentos com uma época do ano mais favorável, por exemplo, na Primavera ou no Verão.
 
Filiação e Nascimento: Após um período de gestação de cerca de 2 meses, nascem entre 1 a 5 crias. As crias nascem com cerca de 12 cm de comprimento, cobertas de pêlo, com os olhos fechados, e sem dentes. Com 2 a 3 semanas de idade as pequenas crias começam a gatinhar, mas só abrem os olhos após mais 2 ou 3 semanas. As pequenas crias são amamentadas até cerca dos 4 meses de idade, mas às 7 semanas de idade, quando já estão mais fortes, e começam a experimentar outros alimentos também. Os primeiros dentes nascem 1 semana após o nascimento e os molares definitivos nascem ás 8 semanas de idade. A fórmula completa da dentição de uma lontra adulta é a seguinte:
I 3/3, C 1/1, PM4/3, M1/2 = 36 dentes, embora algumas lontras possam ter 38 dentes. As crias de lontra quando nascem não sabem nadar, mas a mãe começa a ensiná-las quando estas chegam aos 3 meses de idade. A princípio, as crias não querem sair do ninho e muito menos ir para a água, pelo que a mãe frequentemente tem de as persuadir, com brincadeiras, atraindo-as para águas pouco profundas. É claro que depois das crias perceberem que estão muito confortáveis e à vontade na água, também não querem sair da água. É preciso muita energia para ser mãe de crias assim, mas felizmente a mãe é uma lontra e energia não lhe falta. Como todas as lontras o seu metabolismo é bastante elevado para um animal daquele porte, cerca de mais 20%.
Há muitas coisas para aprender como caçar, pescar, cuidar do pêlo e muitas brincadeiras, e assim as crias vão ficar com a mãe até fazerem, sensivelmente, 1 ano de idade. 

 
Idade:Uma lontra pode viver até cerca de 20 anos em cativeiro, mas na natureza, geralmente vive entre 10 a 15 anos. A idade da independência das jovens lontras é crítica, cerca de 1 ou 2 anos de idade, porque têm de procurar sobreviver a todos os perigos e predadores e também à hierarquia social da sua espécie, atravessando territórios de outras lontras até encontrarem o seu próprio cantinho no mundo.
 
Certidão de óbito: Principalmente durante os primeiros anos de vida, as lontras possuem um leque variado de predadores: lobo, águias, linces e até lagartos, mas a maior responsabilidade cabe ao Homem e às suas actividades. A degradação dos rios e ribeiras muito tem afectado a sobrevivência das lontras directa e indirectamente: a destruição da vegetação ribeirinha (vegetação ripícola) empobrece as condições de abrigo nas margens, e passado algum tempo, a destruição do coberto vegetal e a poluição da água reduzem a disponibilidade de alimento para a lontra, e no caso dos pesticidas, interferem na sua capacidade reprodutora e sobrevivência das crias. Infelizmente, também existem “redes fantasma” nos rios, e são redes de pesca, sacos de plástico, fios, cordas e muito outro lixo, e são causa de morte por afogamento para as lontras que ficam presas neles debaixo de água. Para finalizar, ainda existem duas causas de morte a assinalar: a morte por atropelamento e a perseguição directa (furtivismo ou caça furtiva).
 
Crenças:Tratam-se de ditos populares que por traçarem aspectos negativos sobre a lontra, que não correspondem à verdade, promovem a perseguição humana a estes animais:
  • “Come todo o peixe dos rios” – a lontra é um carnívoro e não se alimenta exclusivamente de peixe, muitas vezes preferindo o lagostim-do-louisiana que é considerado uma praga.
  • “Destrói as redes e afugenta o peixe” – a lontra sabe onde está o peixe porque sente o barbatanar da presa, acontecendo por vezes, que o peixe está preso numa rede e a lontra só se apercebe disso quando já é tarde demais.
  • “Cheiram mal” – cheiram exactamente aquilo que são, a lontra, um cheiro forte e almiscarado. As substâncias almiscaradas entram na composição de diversos perfumes e outros produtos cosméticos, e são dos produtos de origem animal mais dispendiosos no mundo. Por motivos éticos e principalmente económicos, praticamente já só se utiliza almíscar sintetizado artificialmente.
  • “Gorda que nem uma lontra” – a lontra tem um aspecto anafado, mas na realidade é um pouco difícil a uma lontra no estado selvagem ser gorda, pelos seguintes motivos; o seu metabolismo é cerca de 20% mais elevado o que quer dizer que consome cerca de mais 20% de energia, e alguns estudos já revelaram que por vezes acaba por suceder exactamente o oposto na natureza. Por vezes, as lontras no meio selvagem encontram-se com menos peso do que deveriam por diversos factores como a disponibilidade de alimento, época do ano e condição física, por exemplo, se é uma lontra fêmea que está a amamentar. O risco de excesso de peso poderá ocorrer em cativeiro, mas para tal existem imensos cuidados com a sua dieta de forma a evitar problemas de obesidade e outras desordens que podem decorrer de uma alimentação excessiva.
  • “Comem que nem umas lontras” – é uma delícia ver uma bela lontra a comer cheia de apetite, vira e revira a comida, mordendo-a por todos os lados, e muitas vezes, depois de a lavar.
  • “Sua lontra” – dito a alguém que adora comer, dormir, brincar, enfim, um bon-vivant.
 
Brincadeiras e manias:As lontras tratam imensamente bem de todo aquele pêlo, mas quando é hora de brincar o “penteado” que levou horas a fazer não tem importância nenhuma. Vale tudo – saltos para a água, chapinhar nas poças, rebolar na areia, trepar (e bem) galhos e pedras acima, escorregar na lama, rolar uma pedra na pata, e chegam a surpreender-nos quando vão buscar bocados de casca de árvore e madeira para fazer de tobogã e escorregar na neve. Só lhes falta falar, será?
 
Habilitações:As lontras são especialistas em comunicação: 1) vocal – chiam, gritam, trinam, assobiam e guincham; 2) escrita – deixam subtis mensagens e marcas odoríferas em pedras, troncos e vegetação e 3) gestual – bocejam, espreguiçam-se, espraiem-se, acocoram-se, empinam-se, correm, empoleiram-se, aninham-se, dormitam e quase de certeza que sonham.
Ser lontra por um dia, é um dia em cheio, e quem sabe se não podemos aprender com elas a muito trabalhar e a muito brincar.
 
Simbologia:Na tradição Celta e para os Nativos Norte Americanos, a lontra simboliza principalmente a Alegria, mas também a energia feminina, a curiosidade e a graciosidade.
 
Lenda:
 
Dizem os Índios Cree, que um dia quando na Terra ainda não havia Homem e só estavam os animais, Aquele-que-fez-os-animais reparou que o Sol estava muito longe e que mal aquecia a Terra. Então, Aquele-que-fez-os-animais lembrou-se de fazer uma trela para prender e puxar o Sol para mais perto da Terra. O Sol ía a passar distraído e ficou bem preso na trela d’Aquele-que-fez-os-animais, e começou a ser puxado para perto da Terra, mas tão perto que deixou de haver noite e só havia dia. Dia após dia, as ervas secaram, a água faltava, e os animais reuniram-se – “Sol, estás muito perto da Terra e já quase não temos que comer e que beber, o teu calor é muito forte” – e o Sol respondeu – “Libertem-me que eu vou-me embora!”. Os animais disseram ao Sol - “Mas se te fores embora, vamos ter frio e toda a Terra terá frio também” – e o Sol respondeu – “Se me libertarem, ficarei lá em cima de manhã até à tarde, e a meio-do-dia farei mais calor para aquecer a Terra”.
Os animais reuniram novamente e perguntaram - “Quem vai libertar o Sol?”
“Eu não vou” dizia o gato-bravo. “Quem for libertar o Sol vai morrer queimado certamente” dizia o lince. “Quem for terá de roer a trela que prende o sol e de certeza que vai morrer queimado antes de conseguir, eu não vou” disseram vários animais.
“Eu vou” disse a lontra.
“Tu? Tu és muito pequeno, os teus dentes só servem para morder o peixe e o teu pêlo já está todo queimado” – disseram outros animais que não gostavam da lontra porque era muito brincalhona e não pensavam que fosse corajosa.
“Deixem-no tentar” – disse o urso – “Ele vai morrer queimado, e ninguém sentirá a sua falta. E além disso parece tolo com aquele pêlo queimado” – os animais riram.
A lontra ignorou aquelas provocações e começou a caminhar em direcção ao céu onde o Sol estava preso pela trela. A lontra levou muitos dias a chegar ao Sol. O Sol queimava-lhe a pele. Era tão brilhante que a lontra teve de fechar os olhos. Quando chegou ao Sol, a lontra começou a roer a trela que o prendia. A pele ardia-lhe e empolava, e os olhos estavam que nem brasas… mas a lontra não parou de roer a trela. 
De repente, a trela rebentou e o Sol começou a subir no céu, e uma brisa fresca varreu a Terra.
A lontra não tinha pêlo, a carne caía dos ossos, e os dentes testavam todos gastos, eram só cotos.
Então, Aquele-que-fez-os-animais reuniu com eles. “Lontra” – disse – “os animais não vão esquecer o que fizeste porque eu não vou deixar que se esqueçam”. E dito isto, deu à lontra dentes novos e fortes, músculos ágeis, uma visão apurada, uma cauda forte para o ajudar na caça e a brincar. Não precisou de lhe dar Coragem, mas deu-lhe pêlo novo e macio, e uma segunda camada de pêlo para proteger o primeiro, e para não ter frio na água nem no Inverno. No final, deu-lhe Alegria para ser sempre feliz na sua vida de lontra, e assim foi até aos dias de hoje.
 
Ana Caramujo Marcelino Canas
Biólogo Marinha do Fluviário de Mora
 
Fluviário de Mora
Educação – Falas do Rio
Joaninha Duarte
Medrar na Ribeira Raia
 
Adaptado de:
A colecção BILHETES DE IDENTIDADE, de acordo com ideia original de Prof.ª Doutora Ana Paula Guimarães.
 
O conceito dos B.I’s dos Animais foi-me apresentado pela Mestre Joaninha Duarte, a quem agradeço muito, devo a amizade e com quem partilho muitos momentos felizes.
                                                                                          Ana
 
Fotografia:
 
Bibliografia consultada:
BENDITO, D. S., Reintroduction of the Eurasian Otter (Lutra lutra) in Muga and Fluvià Basins (North-eastern Spain): Viability, Development, Monitoring and Trends of the New Populatio,. phD- thesis, Universitat di Girona, p. 217
 
BERNARDO, J. M., Suárez, S. S., Azinheira, C., Rodrigues, A. L., Curto, A. F., Ilhéu, M., Maximino, P., Habitat e Alimentação de Lontra na Bacia do Guadiana, Programa de Minimização e de Compensação dos Impactos sobre o Património Natural na Área de Regolfo de Alqueva e Pedrógão,
Estudos de Biologia e Ecologia de Animais, EDIA – Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva, S.A., Universidade de Évora, Évora, 2001, p. 214
 
CERQUEIRA, L. I. M., Distribuição e Ecologia Alimentar da Lontra (Lutra lutra) em dois Sistemas Costeiros em Portugal, Dissertação apresentada à Escola de Ciências da Universidade do Minho para prestação de provas de Mestrado em Ciências do Ambiente – Ramo de Especialização em Qualidade Ambiental. Universidade do Minho, 2005, p. 88
 
DIOGO, S., B.I. do Leão. 1ª edição, Apenas Livros, Lda., Lisboa, 2004, p. 39
ISBN: 972-8777-39-6
 
MANJATE, T., B.I. do Macaco. 1ª edição, Apenas Livros, Lda., Lisboa, 2004, p. 31
ISBN: 972-8777-51-5
 
MORAIS, A. P., B.I. do Lobo. 2ª edição, Apenas Livros, Lda., Lisboa, 2005, p. 35
ISBN: 972-8777-33-7
 
RUFF, K. A., Optimizing the Nutrition of Captive Eurasian Otters (Lutra lutra), phD-thesis, University of Hanover, 2007, p. 105
 
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